PROVIDENCE, 1977 ***

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Dir: Alain Resnais
Com: Dirk Bogarde, John Gielgud, Ellen Burstyn, David Warner, Elaine Stritch,
Este filme já está aqui no blog há mais de um ano, mas resolvi re-postá-lo hoje para avisar visitantes que moram no Rio e São Paulo que poderão conhecer esta obra-prima - e numa raríssima projeção 35mm - no festival Resnais que o CCBB está promovendo. Sábado dia 30/8, às 19h, ele será exibido no Rio, e no dia 4 às 19:30h em SP.
Providence é um filme extraordinário que marcou muito a minha formação em dramaturgia. Em meados dos anos 80, morando em Londres, eu tinha uma cópia em VHS e assistia ao ponto de decorar trechos inteiros. Amava aquele filme. Começa com a melhor primeira fala de todos os filmes até hoje: “Damn! Damn! Damn!” (“Droga!, Droga! Droga!”). No final me lembro tem uma frase linda, mais ou menos assim: “O problema com a velhice é que a tentação de acreditar em algo fica quase irrisistível.” Largei aquela VHS em algum canto, o filme nunca foi lançado em DVD (eu procuro todos os anos), e portanto nunca mais eu vi este filme. Em 20 anos. Caramba. Amazon

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1 Comentário »

  1. admin disse,

    31 de Agosto de 2008 @ 13:33

    Bem, foi uma experiência, digamos, interessante, ver Providence no CCBB (do Rio), embora muito aquém das minhas expectativas. Não por causa da passagem dos 20 anos e as impressões novas não correspondendo à memória, mas porque a sessão foi realmente terrível. A cópia do filme - 16mm e não 35mm como anunciado - era em péssimo estado, com um “verniz” vermelho apagando todas as cores e contrastes das imagens. Então “ver” o filme exigiu bastante boa vontade. Com o áudio pior ainda: passarm uma cópia dublada em francês (foi filmado em inglês). Para quem lia as legendas eletrônicas, estavam todas (sem exagero) mal sincronizadas e mal traduzidas.
    Ou seja, um filme já de bastante difícil acesso ficou praticamente inacessível. Se a CCBB fosse 100% ético colocaria um aviso na bilheteria que a exibição teria sérios problemas devido à cópia danificada e alertando sobre a dublagem.
    Que pena. Felizmente os amigos que levei tiveram interesse suficiente para curtir e não reclamar do que acabou sendo no mínimo uma mini-roubada.
    Os paulistas sejam alertados - cuidado!
    Hugo

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